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Brasil Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2020, 08:50 - A | A

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2020, 08h:50 - A | A

BRUTALIDADE

Traficantes teriam sequestrado e matado universitário

METRÓPOLES

Seis suspeitos de participar do sequestro e da morte de Marcos Winícius Tomé Coelho de Lima, de 20 anos, foram identificados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Reprod/ Metropoles

jovem

 

Marcos era estudante de farmácia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi sequestrado enquanto andava pela Urca, após sair de um shopping também na zona sul da cidade, em 8 de outubro. Já no dia 9, algumas horas depois do desaparecimento, o corpo foi encontrado em Nova Iguaçu.

 A polícia acredita que o rapaz teria sido executado por traficantes de classe média alta que suspeitaram do envolvimento no roubo de uma carga de drogas. As informações são do O Globo.

 Câmeras de segurança registraram os últimos minutos de vida de Marcos, enquanto pedalava na Urca. Imagens mostram o momento em que um carro branco aparece na contramão e atinge a bicicleta elétrica do estudante. Ele cai no chão e, em seguida, bandidos armados descem do veículo e colocam o rapaz dentro do automóvel.

É possível ver que algumas pessoas testemunharam o crime, mas saíram correndo com medo na direção oposta aos bandidos.

A Justiça decretou a prisão temporária dos suspeitos. Dois foram presos. Um foi capturado na quinta-feira (17/12) e teve a prisão relaxada, já o outro está detido. 

Segundo a Polícia Civil, o estudante de farmácia foi morto por traficantes de classe média alta, especializados no tráfico de drogas como skank e haxixe.

Encomenda avaliada em R$ 80 mil
Investigações da DHBF mostram que Marcos teria participado de uma negociação para a encomenda de uma carga de skank avaliada em R$ 80 mil. No momento em que a droga seria entregue em Copacabana, uma outra quadrilha roubou o traficante que faria a entrega e levou a mercadoria.

A Polícia Civil investiga se houve participação de policiais militares nessa ação. Os “boteiros” — bandidos que dão um bote para se apropriar da carga —, agem em Botafogo, Copacabana, Ipanema, Leblon, Barra e Recreio.

“Existe um grupo, da qual a vítima não fazia parte, mas mantinha um relacionamento. Eles combinavam uma negociação de drogas. Marcavam e roubavam a droga [na hora da entrega] em vez de comprar. Investigamos a participação de policiais militares nesse bote. A vítima não faz parte dos boteiros, mas participou da negociação [a encomenda da droga] junto com uma pessoa do relacionamento dela, que faz parte desse grupo. Quando foram receber a carga, a vítima não estava, e eles roubaram a droga do traficante. Essa foi a motivação [do crime]. Quem tomou prejuízo tinha certeza que a vítima tinha participado desse bote”, contou o delegado Uriel Alcântara.

A mãe do estudante, Paula Tomé Coelho, disse que ainda não foi informada sobre a conclusão da polícia sobre a motivação do crime. 

De acordo com as investigações, alguns integrantes do grupo de boteiros, entre eles os que conheciam o estudante, fugiram para São Paulo.

FONTE: https://www.metropoles.com/brasil/video-traficantes-teriam-sequestrado-e-matado-universitario-no-rio

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