Brasil Sexta-feira, 15 de Julho de 2011, 19:56 - A | A

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NO GANCHO

Situação de Luiz Pagot ainda é indefinida no comando do Dnit

Presidente Dilma Rousseff até o momento não pediu oficialmente sua demissão; há que ache injusta a punição dele, que está em férias

DA REDAÇÃO

Divulgação
Presidente Dilma ainda não decidiu se demite Luiz Antônio Pagot

A situação de Luiz Antônio Pagot continua pendente,  embora a tendência da presidente Dilma Rousseff seja mantê-lo fora do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). Mas há quem avalie, principalmente a bancada mato-grossense, que seria uma punição injusta a demissão ao diretor do Dnit, que está em férias desde o dia 4 deste mês, logo depois de estourar o escândalo de cobrança de propina à empreiteiras, que foi denunciado pela revista VEJA, no início do mês.

Pelo menos este é o panorama, ou melhor, informações divulgadas na imprensa de Brasília e São Paulo nesta sexta-feira (15).

Uma semana depois de entrar em férias, Pagot foi ao Senado e Câmara para esclarecer o que havia acontecido no Dnit, que é o principal alvo do escândalo. Convidado e não intimado, ele saiu pela tangente, sem esclarecer as acusações e desconfianças do Palácio do Planalto.

Para não comprometer seu nome e de outras pessoas, Pagot praticamente se esquivou das perguntas, que também foram preparadas para não deixa-lo em situação vexatória. O ainda presidente do Dnit, depois de falar para congressistas, sumiu do mapa.

LIMPEZA

Dilma Rousseff determinou ao novo ministro Paulo Passos que realize uma “limpeza geral” nos quadros do Ministério dos Transportes. Essa decisão, conforme informações que circulam em Brasília, foi tomada depois de a presidente saber de novas denúncias envolvendo a pasta.

Dilma e Passos tinham conversa prevista para esta sexta-feira (15) no Planalto, por volta do 12h30. Neste horário, foi divulgada uma nota informando a decisão de demitir José Henrique Sadok de Sá, diretor executivo do Dnit.

Mais cedo, Dilma havia pedido a demissão imediata de Sadok e de Frederico Augusto de Oliveira Dias, que atuaria como assessor da diretoria-geral em reuniões  pelo país. A construtora da mulher de Sadok, a Araújo LTDA, aparece em reportagem do Estadão como beneficiária direta de contratos para realizar obras.

Também é pouco provável que Hideraldo Calderon permaneça no cargo. A avaliação feita no governo é a de que a influência de Valdemar da Costa Neto na pasta desencadeou as denúncias que derrubaram o ex-ministro Alfredo Nascimento e a cúpula dos Transportes.

O próprio Alfredo Nascimento, quando voltou ao cargo no governo Dilma, já estaria agindo por influência de Costa Neto,  quando centralizou todas as decisões no seu gabinete envolvendo preços e obras. (Com informações do G1)

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VITORIO MAIOLINO 15/07/2011

Sinceramente, se o Pagot voltar a ter algum cargo no Serviço Público, em me rendo e jogo a toalha!!!

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