Nos depoimentos, que foram divulgados pelo programa Fantástico, da TV Globo, os funcionários afirmaram não se lembrar de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem da corda de segurança antes do salto. A empresa cobrava R$ 180 por salto.
"Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", disse Luís Felipe Feliciano Egoroff. Segundo ele, não havia uma divisão fixa de funções durante os saltos e a conferência dos equipamentos era realizada de maneira compartilhada.
Outro funcionário preso, Maicon Fernandes Cintra, assim como Egoroff, afirmou que não se recordava de ter feito a conferência do equipamento da jovem. Ele disse que participava do processo de checagem antes dos saltos.
Também ao Fantástico, o advogado dos três presos, Rafael Gomes dos Santos, relatou que os instrutores estariam em estado de choque e não conseguiam explicar o que aconteceu. "Eles estão em estado de choque, não conseguem explicar o ocorrido, porque já estão há anos fazendo isso. Nunca teve nenhum evento semelhante", afirmou.
O caso está sendo investigado pela polícia como homicídio com dolo eventual - quando se assume o risco de causar a morte, mesmo sem a intenção. Os funcionários que estão presos são os que ergueram e lançaram a jovem da ponte. A polícia também investiga o sumiço de uma câmera que estaria com a jovem no momento do salto.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







