"De fato, a saúde não foi uma área que a gente teve o melhor resultado. Eu faço aqui esse mea culpa", afirmou Flávio. O senador ponderou que o governo enfrentou dois anos de uma pandemia causada por uma doença nova, que, segundo ele, ninguém sabia direito como combater. "O Bolsonaro deu o seu melhor", disse.
Flávio também citou a compra de vacinas na gestão do pai e ironizou o adversário. "O Lula tomou vacina, né? Quem comprou vacina? O presidente Bolsonaro. Tem Bolsonaro dentro do Lula."
Lula havia afirmado que o governo anterior deveria ter ouvido a ciência e os médicos, evitado a falta de vacinas e de oxigênio e não recomendado cloroquina. O petista atribuiu à condução da crise sanitária parte das mortes por covid-19 no País. "Vocês não gostam do SUS?", perguntou.
Na réplica, o presidente defendeu a ampliação do Mais Médicos e afirmou que sua gestão trabalha para recuperar os seis hospitais federais do Rio de Janeiro. Também disse que o governo busca garantir o diagnóstico e o início do tratamento de câncer em até 30 dias. "Estamos caminhando para chegar nesse ponto no Brasil", afirmou.
Ao retomar a palavra, Flávio passou a apresentar propostas para renegociar dívidas. O senador prometeu que, em um eventual governo, haverá carência de seis meses para pessoas físicas e de um ano para empresas, além de crédito barato e de longo prazo. Também voltou a defender a criação de um Ministério da Prosperidade.
(Com Agência Estado)
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