"Nunca conversamos sobre isso, na campanha nunca falamos sobre isso, nomear ministro é uma atribuição do Presidente da República, mas isso nunca foi tratado em campanha e acho que é muito estranho você falar em mudança ministerial num segundo turno de campanha", disse Edinho.
O presidente do PT voltou a dizer que Lula pretende fazer reformas no Supremo Tribunal Federal (STF). A campanha avalia que a crise na Corte afetou diretamente o desempenho do petista no domingo, 4. "Esse Poder Judiciário que está aí não é o que a sociedade brasileira espera".
Edinho afirmou também que está aberta ao diálogo com a governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). Ela decidiu manter neutralidade na campanha presidencial, motivada pelo apoio explícito de Lula ao rival derrotado no domingo, João Campos (PSB). A posição de Raquel é um desafio para Lula, que quer ampliar a votação no Nordeste para virar a eleição sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL).
(Com Agência Estado)
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