A declaração foi dada em reação à nota da Polícia Federal divulgada na noite desta quarta-feira, 18. No texto, a corporação diz que a CPMI reinseriu dados de Vorcaro no sistema após exclusão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Viana chamou a nota de "despropositada" e afirmou que protocolou pedido para que o ministro do STF André Mendonça possa devolver os dados dispostos no celular do banqueiro, sinalizando quais dados podem ser usados pela investigação sem comprometer o inquérito em curso na Corte.
"Havia suspeitas que os vazamentos seriam feitos através de câmeras escondidas. Se houver vazamento de qualquer material que tenha vindo da sala-cofre, será feita investigação para identificar quem vazou", disse Viana.
Depois, logo no início da sessão desta quinta-feira, o presidente da CPMI criticou a nota da PF. "É uma nota despropositada, eu tenho respeito enorme pelo trabalho da Polícia Federal, mas a Polícia Federal não está acima da CPMI. Se dados foram reintroduzidos, e não sabemos quais, quais dados foram reintroduzidos? Eles manusearam os dados, nós não tivemos acesso a nada. Dizer que manuseamos dados é uma decisão no mínimo estranha", afirmou.
De acordo com nota da PF, a reinserção de dados decorreu por "solicitação direta da Presidência da CPMI à empresa Apple".
O pedido gerou um "novo fluxo de download e armazenamento dos arquivos, fora do controle inicial da cadeia de custódia estabelecida judicialmente", segundo a PF. Os fatos foram comunicados a Mendonça.
(Com Agência Estado)
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