O petista contou com o apoio da estrutura política do governo estadual, de uma ampla base de prefeitos e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A capilaridade no interior foi um dos pilares da campanha: Jerônimo recebeu apoio de pelo menos 345 dos 417 prefeitos baianos, incluindo gestores de partidos que integram a oposição estadual.
O resultado prolonga uma sequência iniciada por Jaques Wagner, eleito governador em 2006 e reeleito em 2010, e mantida por Rui Costa, que venceu em 2014 e 2018.
Nesta eleição, Wagner também foi reeleito para o Senado, enquanto Rui conquistou seu primeiro mandato na Casa.
Com o segundo mandato de Jerônimo, o PT poderá completar 24 anos consecutivos à frente do Executivo baiano, em 2030.
(Com Agência Estado)
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