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Justiça Terça-feira, 26 de Abril de 2016, 16:43 - A | A

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Terça-feira, 26 de Abril de 2016, 16h:43 - A | A

COM TORNOZELEIRA

Justiça autoriza e ex-procurador volta a morar em Ipanema, no Rio de Janeiro

FERNANDA ESCOUTO

O ex-procurador Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, acusado de participar de supostas organizações criminosas mostradas nas operações Seven e Sodoma, foi autorizado pela juíza Selma Rosane de Arruda, da Sétima Vara da Capital, a voltar a morar em seu apartamento localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

 

Apesar da autorização de voltar a residir em Ipanema, o ex-procurador será monitorado por tornozeleira eletrônica.

 

Rogerio Florentino / Olhar Direto

francisco gomes andrade lima

 

Além disso, Chico Lima terá que cumprir outras medidas cautelares impostas pela Justiça, como comparecer a cada 30 dias em Juízo para informar e justificar suas atividades; não manter contato com quaisquer dos corréus e com quaisquer das testemunhas arroladas no processo; não ter acesso e comparecimento a qualquer Órgão Público Estadual de Mato Grosso; comunicar previamente ao juízo quanto a eventual necessidade de se ausentar do Estado do Rio de Janeiro e está proibido de ausentar-se do país sem autorização do Juízo.

 

Durante a audiência para firmar as medidas cautelares, a defesa informou à juíza, que o ex-procurador vai trabalhar no Rio de Janeiro como “motorista de transporte especial e de turismo receptivo”.

 

Chico Lima estava preso no Centro de Custódia de Cuiabá desde fevereiro, acusado de ser o conselheiro judicial do suposto esquema que levou o Estado a comprar, por R$ 7 milhões, uma área que já pertencia ao poder público. O caso foi descoberto na Operação Seven.

 

Na última semana, o ex-procurador teve o pedido de liberdade concedido pela Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

 

 

Antes de ser preso, Lima prestava depoimento sobre um suposto envolvimento na Operação Sodoma. Ao ser questionado pela magistrada Selma de Arruda, se não temia ser detido, ele respondeu que não e completou: "cadeia é pra homem, doutora". Em seguida, ao descer as escadarias do Fórum de Cuiabá, recebeu voz de prisão. 

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