As incertezas geopolíticas complicaram a leitura das tendências de inflação, segundo Ueda. "A inflação subjacente do Japão pode se mover em qualquer direção", afirmou. Outro ponto de atenção para o presidente do BoJ são as negociações salariais e as definições de preços pelo setor privado no Japão.
Ueda também se disse atento aos impactos do câmbio na inflação. "As flutuações cambiais podem influenciar os preços mais do que no passado."
Nesta quinta, o BoJ decidiu manter os juros em 0,75% ao ano.
(Com Agência Estado)
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