Quarta-Feira, 20 de Novembro de 2019, 08h:00

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Projeto que autoriza empréstimo de R$ 100 milhões deve ser votado na próxima semana

Por: FERNANDA ESCOUTO

O projeto de lei que pede autorização para que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), possa contrair um empréstimo de R$ 100 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve ir ao plenário para votação na próxima semana.

Alan Cosme/HNT/HiperNoticias

emanuel pinheiro/HMC/3 fase

Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro

De acordo com o líder de governo na Câmara Municipal, vereador Luis Cláudio (PP), a mensagem vai à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) para ser analisada nesta quinta-feira (21). “Ela passa na CCJ na quinta-feira, assim como outros projetos, nós esperamos que a CCJ avalie para ele estar maduro para ir a plenário”, disse o parlamentar.

O valor negociado, conforme explica a mensagem, será destinado exclusivamente para obras de melhoria viária ao longo da Capital. Segundo o planejamento do Executivo, a contratação do crédito possibilitará a execução de mais de 55 quilômetros de pavimentação, atendendo à demanda de pelo menos 19 bairros. Também estão previstas edificações de infraestrutura complementares como o sistema de drenagem pluvial e calçadas.

Os 19 bairros, ainda a serem definidos, deverão estar localizados na região periférica de Cuiabá e serão inclusos no Minha Rua Asfaltada.

Empréstimos

Em quase três anos de mandato, o prefeito da Capital conseguiu viabilizar, com a aprovação dos vereadores, três transações financeiras, isso sem contar o empréstimo de R$ 5 milhões autorizado nesta terça-feira (19) pela Câmara.

As transações financeiras são: R$ 50,8 milhões junto ao Banco do Brasil, que tem como objetivo a construção de dois viadutos, um na Avenida das Torres e outro na Avenida Beira Rio. Além disso, prevê a realização de pavimentação de algumas ruas.

Outros R$ 28 milhões, já aprovados pelos parlamentares, autoriza também outro empréstimo junto ao Banco do Brasil. E a terceira transação é na ordem de R$ 125 milhões, com a Caixa Econômica Federal.

Em recentes entrevistas, quando questionado sobre possíveis problemas deixados para as gestões futuras por causa desses empréstimos, Pinheiro afirmou que está tudo planejado. “Se tem uma coisa que eu jamais permitiria é deixar para Cuiabá uma 'bomba de efeito retardado'. Jamais. E o futuro será testemunha do que estou falando. Eu busquei o melhor para Cuiabá”, finalizou o gestor.

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