Terça-Feira, 03 de Dezembro de 2019, 09h:15

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Eduardo Botelho assume comando da Delegacia de Combate à Corrupção

Por: LUIS VINICIUS

O delegado Eduardo Botelho é o primeiro titular da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) da Polícia Civil. A informação da nomeação da autoridade policial foi confirmada por uma fonte do HNT / HiperNotícias, na manhã desta terça-feira (3).

Alair Ribeiro / Mídia News

eduardo botelho delegado

 

Botelho deverá assumir a unidade policial até a próxima sexta-feira (6). Ele, será o primeiro comandante da delegacia criada no mês de outubro pelo governador Mauro Mendes (DEM) por meio de decreto. A unidade fica anexo Secretaria de Fazenda (Sefaz), localizado no Centro Político Administrativo (CPA).

Anteriormente, a unidade estava sendo comandada interinamente pelo delegado Anderson Veiga, que era titular da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra Administração Pública (Defaz). A autoridade foi removida da sua função na segunda-feira (2) pela diretoria geral.

Com o novo cargo, Botelho acumulará o cargo de coordenador da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) e titular da Deccor. Ele trabalhou quatro anos na Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica).

A reportagem entrou em contato com a autoridade policial, mas o delegado não quis falar sobre a nova nomeação.

A criação

De acordo com o decreto de Mendes, Botelho vai apurar ações perpetradas por agentes que atuam de forma isolada ou mediante associação ou organização criminosa que importem em ‘lavagem’ ou ocultação de bens, direitos e valores decorrentes da infração penal oriundos de crimes contra a administração pública e/ou a ordem tributária.

Conforme a publicação no Diário Oficial, o governador Mauro Mendes cumpriu orientação do ministro da Justiça, Sergio Moro, que enviou oficio aos estados e o Distrito Federal destacando como prioridade o fortalecimento das unidades de combate à corrupção nas Polícias Civis.

A nova Delegacia, conforme a publicação, também deverá “apurar as ocorrências de fraudes e quaisquer modalidades de atos de corrupção praticadas no âmbito da administração pública, cujas consequências importem em lesão ao erário e à moralidade administrativa”.

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