Mundo Sexta-feira, 25 de Março de 2011, 20:21 - A | A

Sexta-feira, 25 de Março de 2011, 20h:21 - A | A

Tráfico

Na Bolívia, Antonio Patriota alerta para aumento do narcotráfico

da France Presse, em La Paz

Em visita à Bolívia, o chanceler brasileiro Antonio Patriota expressou nesta sexta-feira sua preocupação com o aumento do narcotráfico no México e na América Central, e defendeu a cooperação para evitar que o problema tome iguais proporções na América do Sul.

"Estamos muito preocupados com a intensificação do problema [do narcotráfico] no México, na América Central e não queremos que assuma uma proporção comparável aqui na região", afirmou durante coletiva ao lado de seu colega boliviano, David Choquehuanca.

Patriota e Choquehuanca abordaram a agenda bilateral Brasil-Bolívia, conversaram sobre uma futura reunião entre os presidentes Dilma Rousseff e Evo Morales, ainda sem data, e assinaram acordos de cooperação no campo agrícola, de saúde animal e de desenvolvimento fronteiriço.

"É claro que nos preocupa a questão do narcotráfico, é uma questão que preocupa toda a comunidade internacional", disse o ministro, que explicou que por tal motivo o Brasil tem o objetivo de cooperar com a Bolívia, terceiro produtor mundial de cocaína depois do Peru e Colômbia.

Brasil e Bolívia dividem uma fronteira comum de 3.100 quilômetros e muitos povoados nessa região são palco de fluxo de comércio de drogas e contrabando de armas e de automóveis roubados.

Patriota afirmou que o Brasil "tem a intenção de desenvolver programas de cooperação bilaterais com vários dos países fronteiriços", apesar de querer adotá-los nas Nações Unidas e na União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

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