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Justiça Quarta-feira, 31 de Agosto de 2022, 16:27 - A | A

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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2022, 16h:27 - A | A

POR UNANIMIDADE

Votação da Terceira Câmara Criminal mantém soltura da menor que atirou em Isabele

Atiradora foi colocada em liberdade por decisão anterior do colegiado, pela qual o crime foi classificado como ato infracional análogo a homicídio culposo, e não mais doloso

AMANDA DIVINA
Da redação

A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMT) manteve a soltura da adolescente que atirou em Isabele Ramos Guimarães. O recurso protocolado pelo procurador Paulo Prado, que tentava reverter a decisão que colocou a menor em liberdade no mês de junho deste ano, foi julgado na tarde desta quarta-feira (31).

Reprodução

patricia e bele

Isabele e a mãe Patrícia

A atiradora foi colocada em liberdade por uma decisão da Terceira Câmara, pela qual inclusive o crime foi classificado como ato infracional análogo a homicídio culposo, e não mais doloso.

Contudo, o procurador Paulo Prado entrou com um recurso para tentar reverter a decisão colegiada. Agora, o Ministério Público vai avaliar se entrará com novo recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

INCONCEBÍVEL

A empresária Patrícia Hellen Guimarães, mãe de Isabele Ramos Guimarães, que foi morta aos 14 anos pela amiga, classificou, nas redes sociais, como inconcebível a soltura da menor que atirou na filha. A mãe ainda pontuou que Isabele foi morta sem qualquer chance de defesa.

LEIA MAIS: Mãe de Isabele classifica como inconcebível soltura de assassina da filha

"Estou indignada, surpresa, aflita. Minha filha não foi morta com uma arma com gatilho simples, mas uma arma que teve que ser municiada, alimentada e carregada e a atiradora sabia disso", afirmou Patrícia.

Ainda na postagem, a mãe reforçou que a filha foi assassinada com um tiro no rosto, sem nenhuma chance de defesa. A assassina respondia pelo crime análogo ao de homicídio doloso. "Desqualificar esse crime de doloso para culposo é inconcebível! Não vou me calar diante de tanto absurdo", finalizou.

ENTENDA O CASO

A responsável pelo tiro que matou Isabele foi internada no dia 19 de janeiro de 2021, após decisão da juíza da 2ª Vara Especializada da Infância e da Juventude de Cuiabá, Cristiane Padim da Silva. 

Em julho de 2020, a atiradora havia recebido seu namorado, que levou a arma do crime, e Isabele. Ela atirou na amiga depois que o namorado deixou a residência, localizada no condomínio de luxo Alphaville.

O adolescente, à época com 16 anos, teria deixado a arma na casa da namorada por medo de ser pego em uma blitz. Ele, assim como a menor que matou a amiga, era praticante de tiro esportivo.

A defesa da atiradora sustenta a tese de que o tiro foi acidental e que a arma teria escorregado da mão da adolescente. Na decisão que determinou a internação dela, no entanto, a juíza Cristiane Padim da Silva disse que a adolescente agiu com "frieza, hostilidade, desamor e desumanidade".

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