Cidades Sexta-feira, 27 de Maio de 2011, 11:03 - A | A

Sexta-feira, 27 de Maio de 2011, 11h:03 - A | A

INSATISFAÇÃO

Presidente do Sintep diz que paralisação de professores ainda não está definida

Sindicato votará pela greve ou não na próxima segunda (25)

ALIANA F. CAMARGO

Mayke Toscano/Hipernotícias

Presidente do Sintep-MT, Gilmar Soares diz que aprovação de 10% de aumento pelo legislativo desagradou categoria.

O presidente do Sindicato dos Profissionais da Educação (Sintep), Gilmar Soares, disse que ainda não há decisão de greve na rede estadual e que o cenário somente será definido após assembleia geral entre professores de todo o Estado na próxima segunda-feira (30).

O Sindicato tem três instâncias deliberativas até chegar a decisão de greve. A primeira compreende o encaminhamento por professores locais. Nesta instância, as cidades de Cuiabá, Rondonópolis, Alta Floresta e Primavera do Leste já decidiram pela paralisação total por tempo indeterminado.

A segunda instância é realizada pelo conselho de representantes que irão avaliar no domingo a partir das 8h no Hotel Fazenda Mato Grosso, todo os prejuízos e ganhos políticos e sociais da paralisação neste período em que a data base para a implementação do acréscimo no salário já foi votado na assembleia legislativa.

“Os deputados da Assembleia Legislativa, votaram na calada da noite, a toque de caixa no dia 25 (maio) e por unanimidade, o aumento de apenas 10% em cima dos atuais R$ 1.135,00 proposto pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc). A educação, pelo que parece, é sempre colocada de lado”, avaliou Gilmar.

Antes da votação pelos deputados que causou grande insatisfação aos trabalhadores da Educação ter sido confirmada, o Governo já havia feito outra proposta que assegurava mais 3% em dezembro deste ano e garantia de que o piso reivindicado pela categoria de R$ 1.312,00 seria pago no primeiro quadrimestre de 2012. Na avaliação do presidente do Sintep ao desconsiderar essa proposta feita após audiência com gestores da Estado, os deputados demonstraram total desrespeito com a categoria.

A última instância, que delibera a greve, será realizada na segunda-feira (30) às 14h na escola presidente Médici que reuni professores de todo o estado. Caso a greve seja deflagrada, 25 mil professores deixarão as salas de aulas até o governo sinalizar outra proposta.

 

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