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Cidades Sexta-feira, 13 de Maio de 2016, 15:40 - A | A

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Sexta-feira, 13 de Maio de 2016, 15h:40 - A | A

INDIGNAÇÃO

Pelo menos mil alunos permanecem fora das salas de aula em Várzea Grande

RAYANE ALVES

Oito escolas da rede municipal de Várzea Grande ainda não iniciaram o ano letivo de 2016. Isso significa que pelo menos mil crianças e adolescentes estão sem ter onde estudar. Indignados com a situação, pais, alunos, professores e sindicalistas protestaram em uma unidade de ensino que está em reforma e deveria atender 400 crianças. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público da região metropolitana, o ‘descaso’ é total. 

 

Ilustração

escola vazia

 

O que mais deixa os pais frustrados é que a prefeitura deu prazo para conclusão das obras das escolas e até hoje nenhuma foi concluída. 

 

Além dos colégios, três creches enfrentam o mesmo problema. “Estamos quase chegando no meio do ano e os alunos não tiveram o ano letivo gratuito. É um desrespeito grande. Tenho certeza que se a prefeita Lucimar Campos (DEM) tivesse filho nessa escola jamais aceitaria isso, mas como não tem está pouco se lixando para o caso”, desabafou o presidente, Gilmar Soares.

 

Na avaliação de Gilmar, a gestão da cidade e o governo do Estado devem trabalhar em parceria para que a educação seja garantida para os alunos. Mas, o que a realidade mostra é que “o estado não assume participação e joga para o município a capacidade de atendimento para qual ele não tem”, disse.

 

Já a vice-presidente do Sintep, Leliane Cristina Borges, contou que constantemente os pais procuraram a coordenação do sindicato para saber esclarecimentos das aulas ainda não terem começado ou para pedir que resolvam a situação.

 

“Mesmo usando todos os sábados do ano, não será possível preencher o quadro de horas necessárias, o que significa que os estudantes e professores terão que trabalhar até 2017. E, nesse caso, sempre vai começar atrasados os próximos anos”, concluiu.

 

OUTRO LADO


A reportagem do HiperNotícias entrou em contato com a assessoria da Prefeitura de Várzea Grande para saber um posicionamento sobre o caso, mas até o fechamento desta matéria nenhuma das ligações foram atendidas ou retornadas.

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