Brasil Sábado, 17 de Setembro de 2011, 08:03 - A | A

Sábado, 17 de Setembro de 2011, 08h:03 - A | A

SEGURANÇA

Brasil coloca 7 mil homens para vigiar fronteira do Sul

Assim como a Ágata 1, ocorrida em agosto na Amazônia, a nova operação faz parte das ações do Plano Estratégico de Fronteira

PORTAL R7

O Brasil vai colocar 7.000 homens no patrulhamento dos seus 3.500 quilômetros de fronteira com o Uruguai, Argentina e Paraguai durante a Operação Ágata 2. A movimentação começou discretamente e, nesta sexta-feira (16), tornou-se ostensiva. Por motivos estratégicos, a operação não tem data para acabar. O objetivo é combater o crime na região.

O general Carlos Bolivar Goellner, comandante militar do Sul, apresentou a operação à imprensa, em Porto Alegre (RS).

– Hoje [sexta-feira], a fronteira do Brasil, do Chuí (RS) a Corumbá (MS), está fechada.

Logo depois, ele explicou que usou o termo "fechada" para informar que foram instalados postos de controle e fiscalização em toda a faixa abrangida pela operação.

– As vias principais, os pontos focados pela inteligência, aqueles locais mais previsíveis estarão sendo monitorados. E onde não tivermos tropas serão monitorados pela inteligência.

Assim como a Ágata 1, ocorrida em agosto na Amazônia, a nova operação faz parte das ações do Plano Estratégico de Fronteira, instituído por decreto presidencial com a previsão de estabelecer uma coordenação conjunta e consensual para atuar nas áreas limítrofes do País.

A Ágata 2 vai levar equipes do Exército, Marinha e Aeronáutica, da Agência Brasileira de Inteligência, das polícias Civil e Militar do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, da Receita Federal, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para pontos de passagem terrestres, lacustres e fluviais.

Os grupos trabalharão integrados, sob coordenação de um comando central, em Porto Alegre, para detectar e impedir tráficos de drogas, armas e animais, contrabando de mercadorias, destruição ambiental e ilícitos fiscais, entre outros crimes típicos de regiões fronteiriças.

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